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Até agora, mais de um mês depois do ocorrido, as famílias do grupo Awajun têm ido diariamente a uma corredeira do rio Marañón em Wachinsa, onde há um estrangulamento de águas com um remoinho para ver se aparecem os corpos que teriam sido jogados de helicóptero pela polícia em sacos de plástico no rio. Falou-se bastante no congresso em forças negativas do outro lado, e sobre essas eu não sei muito; é certo que há algumas que são bem visíveis.


Publicado em 16/8/2009

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Bia Labate
É antropóloga, autora de "Reinvenção do Uso da Ayahuasca em Centros Urbanos" (Mercado das Letras), entre outros livros. Seu principal foco de estudos são as substâncias psicoativas. Site: http://www.neip.info. Blog: http://bialabate.net


 
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