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Em termos práticos, esse salto só pode se dar à medida que o olhar preservacionista se demorar sobre conjuntos urbanos que, além de necessitar de revitalização, têm como principal atrativo não o fato de serem “monumentos”, mas, antes, espaços utilizáveis em sentido amplo e, por isso, inseridos em cidades vivas e pulsantes onde a democracia também deixe suas marcas em argamassa.
. Carlos Alberto Dória |