2


Trazem à luz e ao debate temas que, na sociedade midiática, expandem o exercício crítico para além das instituições e dos órgãos estatais. Transformam, assim, a resistência na capacidade de gerar, parafraseando Deleuze, movimentos ondulatórios, e fora de órbita, que transformam os sistemas de comunicação em um feixe descontínuo de criativa desordem.

   

Priscila Arantes
É pesquisadora e crítica de arte e novas mídias, professora do Curso de Tecnologias e Mídias Digitais da PUC/SP e doutora pelo Programa de Comunicação e Semiótica da PUC/SP, onde desenvolveu a tese "Arte e mídia no Brasil: por uma estética em tempo digital".

 
2